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FIAT – Pré-estréia longa XINGU

A Kana registrou, para a AgênciaClick Isobar divulgar nos brandchannels e redes sociais da FIAT, a pré-estréia do longa XINGU, junto com o lançamento da série do Doblò com o nome do filme, que aconteceu em São Paulo no último dia 27. Entrevistamos o Cao Hamburger (diretor) Fernando Meirelles (produtor), o elenco, e diretores da FIAT.

Confira o vídeo abaixo.

Lobão: 50 anos a mil

No dia 10 de dezembro, será lançado oficialmente o livro autobiográfico de Lobão, 50 anos a mil. Título sugestivo e pertinente, já que Lobão é um dos poucos roqueiros brasileiros dos anos 80 que manteve a postura e as boas composições.

Junto com o livro, Lobão lança músicas inéditas, como uma trilha sonora, para serem ouvidas durante a leitura, ou não. Duas músicas inéditas já podem ser baixadas no site, bem como um trecho do livro, e o prefácio.

Segundo a sinopse:
“Preparem-se porque, a partir de agora, vou contar uma história de amor louca, insólita, humana, demasiadamente humana, imprevisível, improvável, mas bem real: a história da minha vida, que se mescla e se confunde com a da minha geração, do nosso país e de nosso tempo.”

Sem dúvida, uma leitura curiosa e bandida de uma vida, louca vida.

http://www.lobao.com.br/

 

post: Gustavo McNair

Um pouco de Metal Machine Music

<play and read>

Antes de começar, já aviso que não sou o maior conhecedor de Metal Machine Music. Como provavelmente a maioria dos fãs de Lou Reed, ouvi o disco uma vez só, e acho que foi suficiente. Mas não perderia a oportunidade de, vinte e cinco anos depois, ouvir o próprio tocando o famigerado álbum, que foi apontado como pior do mundo por algumas revistas main stream da época. Segundo a descrição da Rolling Stone: “the tubular groaning of a galactic refrigerator” and as displeasing to experience as “a night in a bus terminal”.

Lançado em 75 pela RCA, Metal Machine Music é o quinto álbum solo do Reed pós-Velvet Underground. Trata-se de quatro faixas, que na época foram lançadas uma em cada lado de dois vinis, de pura barulheira de reverbs e delays de guitarras, sem bateria, e sem voz. Parece claro que no meio dos anos 70, quando o punk estava começando e deixando todo mundo louco, a disco fervia, um lançamento assim fosse esculhambado e retirado das lojas 3 meses depois. E foi o que aconteceu. O noise rock, industrial music, sound art ou qualquer outra dessas rotulações pós-modernas que hoje tratam esse álbum como referência, eram ainda remotas, estavam engatinhando.

Mas o que hoje parece mais fácil de enxergar, é que Lou Reed, avant-garde que é, estava pensando à frente. Teve uma previsão conceitual certeira, mas precipitada. E música, como arte que é, deve ser alinhada e dialogar com o seu tempo, propondo uma auto-discussão contemporânea. Pensou certo, mas fez cedo. Este disco lançado hoje, provavelmente não chocaria ninguém.

Reed declarou numa entrevista à BBC na época, que o álbum é uma celebração ao Rock, que não precisa de voz ou bateria, a guitarra é a alma. Claro que é perfeitamente discutível se o que ele fez era (ou é) rock ou não. Mas o certo é que, atualmente, várias bandas formam uma vertente, que dizem ter saído do rock, se utilizando desses conceitos com banalidade. Hoje rock virou uma generalidade, uma árvore imensa com galhos e mais galhos que não param de se ramificar, e se distanciam cada vez mais de sua raiz provedora.

Lou Reed resolveu formar o Metal Machine Trio, em 2002, depois que viu o saxofonista alemão Ulrich Krieger interpretando o disco. Aos dois, juntou-se o músico eletrônico do Brooklyn Sarth Calhoun. Em meio a tantos sub-gêneros, réplicas e derivados, ver um mestre executando no Brasil sua obra mais polêmica, antecessora ao que hoje ainda se considera experimental, só pode causar uma certa euforia, esgotando os ingressos com meia hora de venda.

Na fila para comprar, em meio à tensão que todos enfrentavam vendo suas chances diminuindo numa progressão preocupante, vi pessoas conversando se ele tocaria Velvet Underground, ou alguma do Transformer (seu solo mais famoso). Espero que elas saibam o que estão fazendo.

Ou talvez, Lou Reed consiga o chock e desconforto que provocou e incomodou anos atrás. Vai ser, no mínimo, denso.

post: Gustavo

Em breve, Neil Young “Le Noise”

No dia 28 de setembro sai o novo disco do Neil Young “Le Noise”. O álbum será lançado em vários formatos, CD, LP, Blue-Ray e aplicativos para Ipod e Iphone. Pelas informações serão só músicas que ainda não foram gravadas, mas com algumas composições antigas, que de vez em quando ele toca em alguns shows. Uma dessas novas antigas músicas é “Hitchhiker”, que fala de várias drogas consumidas por ele durante décadas. Essa música foi composta nos anos 70 e só foi ser tocada pela primeira vez em um show na turnê Harvest Moon em 1992.

Pra esquentar, “Hitchhiker”!

post: Filipe

The Dead Weather – Sea of Cowards

Em maio deste ano, o supergrupo The Dead Weather, aquele projeto onde o Jack White (White Stripes, Raconteurs) toca bateria, com a Alison Mosshart (the Kills e Discount) nos vocais, Dean Fertita (QOTSA) e Jack Lawrence (Raconteurs e The Greenhornes) nas gutarras e baixo, lançou seu segundo disco, o Sea of Cowards, seguindo uma temática móribida, obscura, de um blues-rock-stoner.

O primeiro clipe deste disco, Die By the Drop, com a nova identidade e comunicação visual, saiu logo após o lançamento do disco. Recentemente, um segundo clipe está circulando a internet, o Blue Blood Blues.

 

post: Gustavo

Rock Rocket ao vivo com gravação de clipe pela Kana


Para quem gosta de música, e está sempre em busca de boas baladas rock em São Paulo, acaba de garantir sua quinta-feira (4/3 – amanhã!).

O Rock Rocket estará lançando seu novo compacto, Rocket Jane, na festa Clube do Vinil, no Berlin, com gravação do primeiro clipe deste novo trabalho pela Kana Filmes.

Depois do show, discotecagem só com bolachões, e a tradicional banca para troca, venda e compra de vinis.

Imperdível, reunião de qualidade.

Para aquecer, assista abaixo ao vídeo de Shark Attack, música nova da banda.

Rock Rocket ao vivo com gravação de clipe
Clube Berlin
Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 85
Barra Funda/SP – 3392 4594
Entrada R$10 – 23h 
http://www.clubeberlin.com.br/

Edgard Scandurra hoje

Edgard Scandurra toca hoje no Anhembi Morumbi, apresentando seu show que acabou de virar um dvd ao vivo, com músicas do Ira! e do seu trabalho solo, inclusive do seu primeiro cd solo, “Amigos Invisíveis”, grande disco, que este ano completa 20 anos e é o motivo do DVD ao vivo.

Abaixo, ele tocando a belíssima Vou Me Entregar Como Nunca, no Masp, no lançamento do Amigos Invisíveis, lá por 1989.
 

 

Projeto Solo – Edgard Scandurra
25 de agosto – Terça-Feira – 21h30min

Teatro Anhembi Morumbi (746 lugares)
Rua Dr. Almeida Lima, 1134 – Mooca. São Paulo – SP
Telefone: 55 11 2081-5924

 

post: Gustavo