Rádio Kanastra – Programa 03 – Rock BR

No terceiro programa da Rádio Kanastra, a longa e breve história do rock brasileiro, e uma matéria com Luiz Calanca, o dono do selo/primeira-loja-de-discos-na-Galeria-do-Rock, Baratos e Afins, falando sobre seu envolvimento com Arnaldo Baptista.

(Acionem o HQ no canto da tela após o play)

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Neste programa sobre o rock brasileiro, procuramos mostrar resumidamente a evolução da música brasileira em evidência, focando no rock. As bandas citadas são somente exemplos que nos ajudam a traçar a trajetória desta história. Muitas, claro, ficaram de fora, mas não por sua menor importância.

O rock no Brasil começou pela influência do início do rock nos EUA, nos anos 50, através de nomes como Chuck Berry, Little Richard, Elvis Presley e Bo Diddley (assista a um clipe de Bo Diddley).

Nos anos 60, Raul Seixas tocava em sua primeira banda, claramente influenciada pela Jovem Guarda, o Raulzito e os Panteras. Mais tarde, em 1970, gravaria um disco totalmente experimental, chamado “A Sociedade da Grã-Ordem Kavernista apresenta: Sessão das 10”, aproveitando sua posição de produtor da CBS.

Ainda nos 60, os Mutantes explodiam para o mundo, principalmente com o lançamento do terceiro disco deles, e o mais famoso em 70, o “A Divina Comédia ou Ando meio Desligado”. (Assista a um clipe deste disco).

Em 1970, o rock ganhou força e personalidade com uma produção tipicamente brasileiro, como os Novos Baianos e o Secos e Molhados.

Já os anos 80 representaram o auge da popularização do Rock, formando várias cenas pelo país. No Rio, Os Paralamas do Sucesso, Lobão, a Blitz, E o Barão Vermelho de Cazuza.

Em São Paulo, a cena punk, fortificada com o festival “O começo do fim do mundo”, formava bandas como os Ratos de Porão, 365 e Inocentes. Paralelo, a cena rock, com Ira!, Titãs e Os Mulheres Negras (veja o clipe).

Em Brasília, os punks de fim-de-semana mais famosos, liderados pelo pessoal da Plebe Rude, Legião Urbana, Capital Inicial, etc, que se popularizaram Brasil afora.

No resto do país, entre outras, claro, podemos destacar os Replicantes e os Engenheiros do Hawaii no Sul, o Camisa de Vênus na Bahia e, em Minas, a banda que mais levou o nome do Brasil para o exterior, o Sepultura.

Os anos 90 começam com a saturação do rock e sua decadência midiática, com a acenssão do Axé, Pagode e da música sertaneja. O rock manteve-se com bandas “fanfarronas”, como Raimundos, Planet Hemp e Graforréia Xilarmônica (veja clipe).

Hoje em dia, salvo algumas exceções, (como os Autoramas, citados no programa, e várias bandas do cenário independente que não ganham espaço), o rock brasileiro permanece carente de inovação e criatividade e nós, permanecemos a procura de uma saída que salve e revitalize o rock nacional, unindo qualidade e aceitação popular.

 

Confira mais sobre o programa no blog da Rádio Kanastra

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