Thom Pain – Lady Grey

Mais uma peça de Felipe Hirsch, fundador da Sutil Companhia de Teatro junto com Guilherme Weber, inicia hoje uma curta temporada no Teatro Sesi Paulista, após uma estréia tímida no Sul. Esta é a terceira peça dele que entra em cartaz simultaneamente lá no prédio da Fiesp (as outras? Não Sobre Amor e Avenida Dropsie, já comentada aqui).

Foi ele quem ganhou, entre muitos outros na carreira, o prêmio Shell em 2000 de melhor direção pela  ótima montagem A Vida é Cheia de Som & Fúria, baseada na obra de Nick Hornby, que também inspirou o longa homônimo  High Fidelity, igualmente ótimo.

Thom Pain – Lady Grey, é composta por dois monólogos mesclados do dramaturgo americano Will Eno, um dos nomes mais comentados da cena contemporânea: Lady Grey – Em luz cada vez mais baixa e Thom Pain – Baseado em nada (esta finalista do Prêmio Pulitzer em 2005).

Na peça de Hirsch, que tem cenário da Daniela Thomas, o próprio Guilherme Weber e a atriz Fernanda Farrah apresentam seus solos, um após o outro, discorrendo dois lados de uma relação amorosa, no que parece ser um grande exercício linguístico.

 

 

Thom Pain – Lady Grey, de Felipe Hirsch
Teatro do SESI – São Paulo (3146-7405)
de 4 a 8 de março (quarta a domingo)
R$10 (R$5 meia) de qui a dom, qua de graça.

posT: Gustavo


4 Respostas para “Thom Pain – Lady Grey

  1. Fui ver ontem e achei ótima. Só aconselho que evitem assistir às 4as. feiras, qdo é gratuito. O público ( a maioria grupos de escolas que parecem ter ido por obrigação e por ser grátis) é totalmente desatento, a maioria falando ou escrevendo em seus celulares durante os monólogos, conversando e fazendo gracinhas alto e pelo menos um terço levantou-se e foi embora durante a segunda parte.
    Imagino que nas sesssões pagas o público vá porque realmente está interessado e não porque não tem nada a perder. Afinal, R$ 5 e R$ 10 valem o sossego e a concentração

  2. A peça realmente é um monólogo diferente. A interpretação de Weber é espetacular. Quanto ao blog, muito legal!
    Ah, e só uma correção se me permite: a Avenida Dropsie é do Will Eisner e não do Will Eno.

  3. Ops, tem razão, Kriesel. Falha nossa.

    Obrigado.

  4. amei a peça. queria ler o texto de tao bem escrito.

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