A Woman a Man Walked By é o segundo e novo trabalho fruto da parceria de PJ Harvey e John Parish, que lançou um primeiro disco, Dance Hall at Louse Point, em 1996.
O primeiro single deste álbum, lançado em março, é o “Black Hearted Love”, e já virou clipe nas mãos dos artistas conceituais ingleses The Chapman Brothers.
Abaixo, o clipe, e imagens de trabalhos dos Chapman. Incrível.
PJ Harvey & John Parish – Black Hearted Love (2009)
Como já antecipamos aqui no Blog, Tim Burton está terminando sua adaptação de Alice no País da Maravilhas. Abaixo novas imagens liberadas pela Disney. A estréia está prevista para 2010.
Sérgio Dias acaba de gravar um disco novo em parceria com banda Tahiti Boy and The Palmtree Family. As gravações foram feitas em Paris e em adicional ao disco foi feito também um documentário. Por enquanto não há previsão de shows de lançamento aqui no Brasil, só nos EUA mesmo.
Abaixo dois clipes do Tahiti Boy and The Palmtree Family
Além das mostras de Jean Rouch e Chris Marker, o SP TERROR 2009 oferece mais opções de filmes para quem não quer passar o fim de semana assistindo a especiais de Michael Jackson na televisão.
O festival de filmes de terror Trash começou ontem, com uma exibição especial só para convidados de Halloween, e vai até o dia 2/07 (quinta), lá no Reserva Cultural.
São 27 títulos de vários países, trazendo o melhor da produção atual e atemporal do gênero.
Do dia 24 de junho a 5 de julho, o CCBB coloca o grande diretor Chris Marker em cartaz. A mostra Chris Marker, Bricoleur Multimídia apresenta 33 filmes, a maioria inéditos no Brasil, em vários formatos.
Um dos maiores nomes do cinema mundial vivo, Chris Marker sempre foi reconhecido por misturar realidade e ficção, com estilo único e muita categoria. A partir da década de 90, ele extrapolou os limites do cinema e começou a trabalhar com novas tecnologias, apresentando-se em museus e galerias.
A mostra Chris Marker, Bricoleur Multimídia está acontecendo no CCBB no centro da cidade. A retrospectiva reúne grande parte de sua importante obra audiovisual no cinema, vídeo e televisão. Mais um cara foda que merece ser visto, então não perca.
Neste final de semana, 28/06, acaba a mostra Jean Rouch que está acontecendo na Cinemateca Brasileira. A oportunidade é única, já que a mostra conta com 78 filmes, entre longas, médias e curtas realizados nos 54 anos de uma carreira icônica para o cinema mundial.
Além de ser uma das referências da Nouvelle Vague, um dos fundadores do cinema-verdade, Jean Rouch criou um jeito único de fazer filmes, com uma abordagem sempre presente, acreditava em um cinema antopológico, de descobertas de novos costumes e de uma aproximação ao desconhecido. “Antopólogo-cineasta”, como se denominava, viveu anos na África, lugar onde mais filmou e construiu sua extensa carreira.
O legal dessa mostra é que quatro de cada cinco títulos são inéditos no Brasil. Então não deixe de dar um pulo e conferir, porque ainda tem muito filme passando por lá.